quinta-feira, 16 de outubro de 2014

5. Política externa realinhada para o crescimento do MERCOSUL e dos BRICS

As políticas adotadas pelo governo federal do PSDB (de 1995 a 2002) se orientaram pelo alinhamento econômico e comercial com os Estados Unidos (Área de Livre Comércio das Américas - ALCA) e para enfraquecer as políticas regionais de Blocos como o Mercosul e outros acordos com países em desenvolvimento.


Por outro lado, os dados associados ao governo atual de Dilma Rousseff (2003-2014) mostram um compromisso sério com a integração regional com vistas aos interesses nacionais, com a clara intenção de afirmar o poder de negociação em bloco do Mercosul e dos BRICS no cenário mundial. Essas políticas geraram efeitos positivos no comércio internacional e na redução da dependência externa, com destaque à criação recente de um banco de desenvolvimento dos BRICS que contribui para a maior independência econômica dos países do bloco.

4. Independência da economia

As políticas adotadas pelo governo federal do PSDB (de 1995 a 2002), isto é, o câmbio valorizado e as altas taxas de juros, geraram grande dependência externa da economia brasileira, o que significou perda de recursos para bancos internacionais e fraco investimento no desenvolvimento da indústria, agricultura e serviços no Brasil.

Por outro lado, os números associados ao atual governo Dilma Rousseff (2003-2014) mostram grande inversão dessa tendência, com grande redução da dívida externa em relação à riqueza nacional (PIB) e enriquecimento das reservas internacionais disponíveis no Brasil.




3. Aumento do investimento dos bancos públicos na produção nacional, com grande redução das taxas de juros nos financiamentos

As políticas adotadas pelo governo federal do PSDB (de 1995 a 2002) estimularam maior atuação dos bancos privados, com elevadas taxas de juros, o que impediu o crescimento econômico devido ao desestímulo à tomada de crédito pelas pessoas e empresas.

O candidato Aécio Neves promete indicar Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso), que significa a volta dessa política.


Por outro lado, os números associados ao governo atual de Dilma Rousseff (2003-2014) mostram grande inversão dessa tendência. Os principais bancos públicos (BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) realizaram um expressivo aumento de investimentos às empresas e pessoas físicas, com crédito a juros baixos, gerando crescimento na indústria, na agricultura/pecuária e na construção civil.











2. Valorização da educação

As políticas adotadas pelo governo federal do PSDB (de 1995 a 2002) não demonstraram expansão do ensino público ou do acesso à qualificação escolar/profissional, devido a um baixo orçamento destinado ao Ministério da Educação.


Por outro lado, os números associados ao governo atual de Dilma Rousseff (2003-2014) mostram um compromisso sério com a educação, desde o crescimento do orçamento destinado ao Ministério da Educação (aumentou cinco vezes), passando pela expansão da rede federal de Universidades e Escolas Técnicas e por programas de bolsas universitárias (ProUni) ou de financiamento estudantil por bancos públicos (FIES – Caixa).




1. Pleno emprego, distribuição da renda e inclusão social

As políticas adotadas pelo governo federal do PSDB (de 1995 a 2002) geraram alto índice de desempregos e migração para o trabalho informal, ausência de políticas de redistribuição da renda e pouca valorização do salário mínimo e das aposentadorias. O candidato Aécio Neves afirma que tomará medidas impopulares.

Por outro lado, os números associados ao governo atual de Dilma Rousseff (2003-2014) mostram a criação de milhões de postos de trabalho com carteira assinada, o expressivo aumento do poder real do salário mínimo e uma redução da miséria sem precedentes na história do Brasil.